Cada ser humano é único, com suas próprias qualidades, instintos, formas de prazer, busca de aventura. Mas a sociedade termina impondo uma maneira coletiva de agir – e as pessoas não param para se perguntar por que precisam se comportar assim.
Um caderno de aventuras ou um laboratório de amarguras? Um divã recordatório ou um diário probatório? Uma coleção de documentos ou uma documentação de acontecimentos? Um cancioneiro prosador ou um noveleiro versador? Uma prosa de proeza? Um poema de pureza? Acaso ou risco mortal? Nota ou rabisco final? Balaio de ensaios? Trova de ler? Memorial de lazer ou... Angústia de escrever?